AdUFPel – Associação dos Docentes da UFPel

AdUFPel – Associação dos Docentes da UFPel

Arthur William apresentou as tendências e novas alternativas de comunicação. “A possibilidade de comunicação é muito ampla e o sindicato precisa compreender isso para avançar”, afirmou. Sobre as maiores dificuldades que o movimento sindical enfrenta para na área, William explicou que, primeiramente, deve haver o entendimento de que a comunicação é essencial para as mobilizações e vitórias nas lutas. “Lidamos com vários meios de comunicação o tempo todo. Para o movimento sindical e social, para conseguir conquistas é necessário se apropriar desses meios. Para isso é preciso planejar e entender como a categoria está lidando com a mídia. É necessário ter a categoria e sociedade juntas”. Novas ideias De acordo com a associada do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Saúde e Previdência Social de Pelotas (Sindsprev), Edilaine Amaral, o curso a estimulou a ter novas iniciativas. “Saí da ADUFPel cheia de ideias. Trabalho como agente comunitária e fiquei com muita vontade de criar um jornal sobre o bairro e comunidade em que atuamos. Fiquei muito entusiasmada”, falou. O Curso de Comunicação foi realizado pela ADUFPel e Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), em parceria com o Sindicato dos Bancários, Sindicato da Alimentação (STICAP), Sindicato dos Auditores Fiscais (SINDIFISCO) e a Regional RS do ANDES SN. FONTE:...
Conselho Regional de Serviço Social RS

Conselho Regional de Serviço Social RS

Em tempos de smartphones, redes sociais, blogs, Mídia Ninja, etc, não é apenas o jornalista quem deve pensar em comunicação como um Direito Humano. “Se você tem um perfil no Facebook já está produzindo comunicação”, de acordo com Arthur William, jornalista da TV Escola e integrante do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC). Na sexta-feira (29/8), ele participou do seminário “Comunicação como um Direito Humano”, promovido pelo Conselho Regional de Serviço Social da 10ª Região (CRESSRS) para comemorar os 100 dias da gestão ‘O CRESS somos tod@s nós!’ e lançar o novo site do conselho. O seminário fomentou informações e debateu com as (os) assistentes sociais a maneira como a categoria se comunica. A participação e a distribuição das informações entre o CRESS, assistentes e sociedade é fundamental para a comunicação da nova diretoria. A participação proporciona enfrentamentos, proposições e soluções coletivas para a resolução de questões relacionadas à precarização do trabalho, à desregulamentação de direitos, serviços e políticas e também deve ser encarada na forma de se comunicar. “Com esse seminário estamos fomentando esse debate e discutindo com a categoria. Vamos continuar avançando nesse processo e contamos com vocês para estar conosco”, salientou o Presidente do CRESS/RS, Alberto Terres, na abertura do evento. O seminário também contou com o jornalista Rafael Werkema, assessor de Comunicação do Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). Para ele, o assistente social deve se sentir um comunicador e ocupar espaços nas mídias, digitais e tradicionais. “A categoria precisa se identificar como fonte, pautar a entidade e não perder os espaços de entrevistas”, afirmou. Rafael apresentou um histórico do debate da comunicação no serviço social...
TVE Bahia

TVE Bahia

Para estimular e contribuir com o terceiro setor no estado – que passará a ter um canal de TV próprio –, o Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb), vinculado à Secretaria de Comunicação do Estado (Secom), realizou o Seminário Canal da Cidadania, na manhã desta sexta-feira (18). O evento ocorreu no teatro do Irdeb e teve como público alvo entidades do terceiro setor, como organizações não-governamentais (ONGs) e Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip). A secretária de Comunicação da Bahia em exercício, Marlupe Caldas, e de Serviços de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações (MiniCom), Patrícia Ávila, e o diretor-geral do Irdeb, José Araripe Júnior, participaram da mesa de abertura. Para Marlupe, o Canal da Cidadania, que se destaca como o primeiro do Brasil, é mais um instrumento de democratização da comunicação. “A população vai ser beneficiada das melhores maneiras possíveis. Precisamos desta interação com a sociedade civil, para conseguirmos fazer uma comunicação realmente democrática e participativa”. Durante toda a manhã, o analista de novos negócios da Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp), Arthur William, explanou sobre a visão geral do Canal da Cidadania; equipamentos, custos e modelo de operação; financiamentos e também respondeu a perguntas dos participantes. De acordo com Arthur, a interpretação da norma para que as entidades façam parte do canal também está entre as informações repassadas durante o seminário. “Boa parte da população desconhece [a norma], por conta da linguagem mais técnica. Estamos destrinchando para que qualquer cidadão possa participar do canal, até mesmo montando a sua própria TV comunitária”. Entre os critérios de seleção, o analista da Acerp disse que...
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